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A Viúva Fantasma - Lenda Sul-Americana

Author: Luiza / Marcadores: , , , , , ,


   Em várias regiões do Chile, da Argentina, Colômbia e alguns outros países da América do Sul, há histórias sobre viúvas fantasmas. Aparentemente, não se trata do fantasma de uma viúva só e sim de várias, pois cada região tem histórias que descrevem características diferentes. As únicas características predominantes em todas as histórias são: de que as viúvas sempre estão vestidas de preto dos pés à cabeça, cobrindo o rosto com um véu igualmente preto; e de que vagam após o anoitecer em busca de homens sozinhos á cavalo. Versões recentes da lenda dizem que também pedem carona para homens que estão de carro.


   Fantasmas de viúvas são um tipo de fantasma comum nos países hispânicos da América do Sul, porém não se sabe ao certo a origem dessa lenda. Dizem que uma mulher que se torna viúva, e morre com raiva, solidão e angústia, pode não conseguir fazer a passagem para o Além e descansar em paz, por isso fica presa ao mundo terreno penando e vagando pelos lugares, descontando sua dor em qualquer homem que encontrar pela frente. Já algumas versões dizem que a mulher tomada pela raiva e o desconsolo, fez um pacto com o diabo para obter poderes sobrenaturais após a morte e poder assombrar a região. 

   Essas viúvas fantasmas costumam vagar por estradas desertas e escuras, esperando que passem homens à cavalo para aterroriza-los. Algumas delas pulam na garupa do cavalo, e apertam o torso do homem até que este desmaie asfixiado e caia do cavalo, morrendo por asfixia, ou por ferimentos da queda. Outras, possuem o poder de dominar o cavalo mesmo sem montá-lo, e guiá-lo até o penhasco, matando ambos o cavalo e o homem que o montava.

   Apesar das histórias quase sempre serem trágicas, há também as viúvas fantasma que não apresentam tanto perigo, e gostam de apenas aterrorizar os homens. Sobem na garupa do cavalo, mas se deixam cair no chão de propósito, fazendo um barulho de saco de ossos ao atingir o solo, deixando o indivíduo fugir enlouquecido de medo.

   No povoado de Amblayo, na cidade de Salta, na Argentina, há uma lenda de uma viúva fantasma que esconde um tesouro perdido, e que o descobrimento desse tesouro pode libertá-la e fazê-la descansar em paz. A viúva atrai os homens até o lugar do tesouro, porém dominada pelo ódio, os acaba matando asfixiados, dando-lhes um abraço que de início é suave e cálido, mas acaba apertado e asfixiante. E por isso a viúva fantasma do povoado de Amblayo está condenada a vagar pela terra até que alguém descubra seu tesouro.





    Fonte:

    RUEFF, Carlos Keller. Mitos y Leyendas de Chile. Santiago de Chile: Editorial Jerónimo de Vivar, 1972.

    AMORY, Dean. Las principales Leyendas, Mitos, Historias y Cuentos de Chile. Bélgica: Edgard Adriaens, 2013.

Zashiki Warashi - Folclore Japonês

Author: Luiza / Marcadores: , , , ,

 


 “Zashiki” (座敷) é o nome dado à sala de visitas que tem o chão forrado de tatame, muito comuns nas casas japonesas. “Warashi” (童子) é uma palavra antiga da região nordeste do Japão que quer dizer “criança”.

   Zashiki Warashi são espíritos que habitam residências, fazem muitas travessuras, mas são amadas por todos. Há uma crença no Japão de que esses espíritos trazem riqueza e fortuna para os habitantes da casa que eles assombram. Visões desses espíritos são muito raras, por isso é difícil descrever sua aparência, só se pode dizer que têm uma vaga forma fantasmagórica de criança, de aparentemente 5 ou 6 anos, com bochechinhas rosadas. 

  Os meninos aparecem vestidos com uma fantasia de samurai e as garotas com kimono tradicional, com o cabelo curtinho tipo chanel ou cabelo longo e preso. Raramente esses espíritos são descritos com vestimentas rústicas e desgrenhadas. O padrão é de criança arrumadinha. Segundo a crença popular só as crianças e os donos da casa que são capazes de ter essas raras visões desses espíritos, geralmente só se vê os sinais de suas travessuras.

  Esses espíritos infantis adoram aprontar, os primeiros sinais de que um deles habita uma casa, são as pegadas pequenininhas de cinzas ou sabão em pó que eles deixam marcadas no chão. Outros sinais típicos deles são sons de risadas de criança, cirandas cantadas em brincadeiras infantis, sons de papel sendo amassado e cânticos xintoístas entoados em voz infantil. As assombrações consistem em só um espírito Zashiki Warashi, mas podem haver casos que há mais de um na casa, ou até um grupo.

  Os Zashiki Warashi são os espíritos guardiões da casa e deuses da sorte. É dito no Japão que uma casa em que habita um Zashiki Warashi irá prosperar e se tornar rica, e uma casa que “espanta” esse tipo de espírito acaba por decair e se tornar em ruínas. Há inclusive uma lenda de que uma certa família que morreu de intoxicação alimentar, logo antes havia testemunhado a saída de um espírito Zashiki Warashi de sua casa. Em outra lenda conhecida, da prefeitura de Iwate na ilha de Honshu, o filho de um homem rico atingiu com arco e flecha um desses espíritos, e logo após a fortuna da família se esvaiu. Lógico, como se trata de um espírito, a flecha não o feriu, mas pra ele deve ter sido considerada uma grave ofensa, e por isso ele decidiu ir embora da casa.

  Em muitas casas, esses espíritos fazem amizade com as crianças da casa, e ensinam a elas brincadeiras, músicas e canções de ninar. Fazem companhia para idosos e casais que não tiveram filhos, e esses casais muitas vezes os tratam como se fossem seus filhos. O desejo de atrair e manter esses espíritos se tornou tão grande na cultura japonesa, que algumas famílias inclusive deixam comida e docinhos para eles, além de deixar moedas para eles no alicerce das casas em construção. As famílias japonesas prezam muito em deixar a sala de visitas conhecidas como “Zashiki” limpas e em ordem, para que não espante os espíritos guardiões que lá habitam. 




   Fonte:

   http://yokai.com/zashikiwarashi/

Casa de La Zacatecana - Lenda Mexicana

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  A casa da Zacatecana fica em Santiago de Querétaro, no México. É conhecida pela lenda misteriosa baseada em algo que ocorreu em 1859.
  A Zacatecana, senhora muito avarenta que era dona desta casa do século XVII, mandou matar o marido, possuidor de uma grande fortuna e que trabalhava na área da mineração, pois se sentia muito triste e abandonada. Pelo que dá a entender dos rumores a respeito do casal, o casamento deles não ia muito bem na época, já que havia boatos de que dormiam em camas separadas.
  Seu marido então foi assassinado á facadas. Logo depois, inexplicavelmente, a Zacatecana matou a pessoa que havia contratado para assassinar seu marido, e ambos foram enterrados sigilosamente nas dependências da casa, ocultando o crime. A Zacatecana então teve que pagar por seus atos, por isso foi encontrada assassinada em sua própria casa, um tempo depois. Alguns dizem que seu corpo foi encontrado em cima de uma fonte, e outros dizem que foi encontrada enforcada na varanda.
  Porém ninguém nunca soube quem foi o autor dessa vingança, tornando o caso um mistério. Com a Zacatecana morta, e devido á lenda macabra, as pessoas que vieram morar na casa após sua morte não ficavam lá por muito tempo, pois diziam ser vítimas de fenômenos paranormais. Pelas tragédias que aconteceram, o lugar virou um agouro de morte. Hoje em dia diz-se que se prestar bem atenção, pode-se ver fantasmas em uma das janelas da casa, que hoje em dia é um museu.



Interior da Casa de La Zacatecana

  Há também relatos de que durante a guerra da Reforma, o estado Querétaro se tornou o lugar que deu triunfo á proclamação liberal e acabou com o império de Maximiliano, que junto com Tomas Mejía e Miguel Miramón, foram fuzilados na colina que se chama "Cerro de las Campanas", e este último, que foi o presidente mais jovem da história do México, teve seu corpo levado até a casa de la Zacatecana, onde foi embalsamado.

  Em 1992, José Antonio Origel, comprou a casa e a transformou em um museu, para que a lenda fosse difundida, tornando-a para os mexicanos um lugar onde flui a história, a tradição e a arte mexicana.

  * Zacatecano quer dizer alguém ou algo que é originário de Zacatecas, um dos 31 estados do México.



Fonte: http://www.mexicolindoyquerido.com.mx/mexico/index.php?option=com_content&view=article&id=1530:casa-de-la-zacatecana&catid=191:ciudades-coloniales-de-mexico&Itemid=70
http://www.museolazacatecana.com/leyenda.htm
http://www.mexicolindoyquerido.com.mx/mexico/index.php?option=com_content&view=article&id=1530:casa-de-la-zacatecana&catid=191:ciudades-coloniales-de-mexico&Itemid=70
http://theparanormalguide.tumblr.com/post/112361549893/casa-de-la-zacatecana-santiago-de-queretaro#notes

Forte de Bhangarh - Lenda Indiana

Author: Luiza / Marcadores: , , , , , , , , , ,


  É um palácio localizado no estado de Rajasthan, na Índia, construído no século XVII. É conhecido por ser o lugar mais assombrado da Índia, construído na região dos morros pelo rei Madho Singh. O rei consultou um Sadhu, místico do local considerado sagrado,  antes de construir o palácio e este disse que nenhum edifício deveria ser mais alto que sua casa, pois se alguma sombra cobrisse sua casa, todo o reino seria destruído.
  A profecia do Sadhu se tornou real após um descendente do rei construir uma parte do palácio mais alta do que o permitido e fez com que uma sombra cobrisse a casa do místico, fazendo com que o reino fosse destruído logo depois. Após esse dia, surgiu a lenda de que se algum estabelecimento for construído no local, seu teto irá desmoronar. Também é dito que qualquer pessoa que passasse a noite na cidade de Bhangarh, nunca mais retornaria.
  Bhangarh virou uma cidade fantasma. Apesar de sua beleza e de seu cenário pitoresco, todos os seus moradores se mudaram para outras regiões por causa do ambiente sinistro das redondezas do palácio, e das histórias de fantasmas e fenômenos paranormais do lugar. A cidade se tornou totalmente inabitada em 1783, restando apenas as ruínas da pequena cidade composta de casas, templos, palácios, e múltiplos portões que cobrem boa parte da área ao pé da montanha.

Interior do palácio de Bhangarh

  Outra lenda da cidade, é sobre a princesa Ratnavati, de Bhangarh. Diz-se que ela era muito bonita e que na época, aos 18 anos de idade, já tinha vários pedidos de casamento, por diversos nobres. Na mesma cidade, morava um feiticeiro, adepto da magia negra, que havia se apaixonado pela princesa. Um certo dia, esse feiticeiro viu uma das serviçais da princesa no mercado da cidade, ele então decidiu enfeitiçar a princesa para que ela se apaixonasse por ele usando magia negra, misturando uma poção do amor no óleo que a serviçal estava comprando.
  Porém, a princesa soube que o feiticeiro havia enfeitiçado o óleo, e quando ela o recebeu, jogou em cima de uma enorme rocha, o que reverteu o encanto e fez com que essa rocha esmagasse o feiticeiro. Antes de morrer, o feiticeiro jogou uma maldição de morte no reino e em todos que nele viviam. E no ano seguinte, o reino foi atacado e saqueado pelo exército dos Mughals. Os cidadãos foram dizimados, e a princesa foi assassinada.

  De acordo com a lenda, há muitos fantasmas assombrando a cidade de Bhangarh, por isso é proibido se aproximar de lá depois do pôr do sol e antes do sol nascer, dizem que o fantasma do rei Madho Singh vaga por lá nesse período. Fazer dano a qualquer árvore perto do forte é proibido, pastores e lenhadores não são permitidos entrar na região e quem quebrar qualquer uma dessas regras está sujeito á punição. Dizem que muitas pessoas desapareceram ao se aventurar no forte de Bhangarh á noite, ou morreram. As pessoas que moram no estado de Rajasthan dizem que a princesa Ratnavati reincarnou em alguém de lá e que o palácio espera a sua volta, pois só assim a maldição será quebrada.



Fonte: http://they-hide-in-the-dark.tumblr.com/post/97211776415/bhangarh-fort-the-most-haunted-place-in-india
https://en.wikipedia.org/wiki/Bhangarh_Fort
http://www.ancient-origins.net/myths-legends-asia/ghost-city-bhangarh-and-curse-holy-man-002380

Boggo Road Gaol - Prisão Mal-Assombrada de Brisbane

Author: Luiza / Marcadores: , , , , , , , , ,


  Esta prisão da cidade de Brisbane, no estado de Queensland, na Austrália, recebeu seus primeiros detentos em 1883. Em 1903, a sessão feminina foi construída, com cômodos que limitavam a supervisão dos guardas, por questão de ética. A construção dessa sessão foi de grande êxito para o Estado, e muitas detentas foram transferidas para lá. Apesar de ser construído para abrigar 80 detentas, o local abrigou apenas a metade desse número. Em 1921, após a super lotação da sessão masculina, e a sessão feminina sobrar bastante espaço, o governo decidiu ampliar a área dos homens, e transferir as mulheres para um espaço menor do lugar, deixando para elas apenas a área suficiente para o número em que elas estavam. Assim a sessão masculina, bem maior que a feminina, foi nomeada de Divisão 1, e a das mulheres, de Divisão 2.

Detentas trabalhando na alfaiataria de Boggo Road Gaol

  Do ano em que começaram as atividades na prisão até 1913, foram enforcadas 42 pessoas. Nenhum dos detentos executados foram enterrados nas dependências da prisão, como acontecia na maioria das prisões da época. Foram enterrados no cemitério de South Brisbane, a maioria em sepulturas sem identificação.
  Ellen Thompson (também chamada de Nee Lynch), foi a primeira mulher a ser executada legalmente no estado de Queensland. Em 1887, ela foi apreendida junto de John Harrison, pelo assassinato de seu segundo marido, Willian Thompson. No dia 13 de junho de 1887, antes de soltarem a porta do alçapão, na forca, Ellen disse suas últimas palavras: "Oh, meus pobres filhos; Cuide de meus filhos, Senhor!". O executor cometeu um erro, não calculando bem o comprimento da corda, e por isso ao ser esticada, acabou rasgando o pescoço de Ellen, o qual esguichou um monte de sangue para todos os lados e sujou todo seu vestido preto.
  A Divisão 1, a qual continha o pátio de execução, foi demolido na década de 70.
  Durante os anos 80, houve muitas revoltas e greves em cima do telhado da prisão por causa das más condições do lugar. As celas eram muito pequenas com péssimo estado de higiene sanitária, obrigando todos os detentos a fazerem suas necessidades fisiológicas em um balde e depois jogá-las fora cedo de manhã. Após um inquérito, concluiu-se que as instalações onde residiam os detentos eram totalmente inadequadas, desde então o lugar começou a ser rigorosamente fiscalizado.
  Com o passar do tempo, foi ficando difícil manter o grande êxito que a prisão possuía antigamente, então foi decidido desativá-la, e em 1992 foi fechada oficialmente.
  Como toda prisão abandonada, Boggo Road Gaol tem suas histórias de fantasmas. Uma vez uma turista de uma das excursões noturnas sentiu algo peludo esbarrando em sua perna, e quando olhou para baixo viu um gato branco e preto de três patas passando. Após relatar a experiência ao guarda do local, logo o tal gato foi reconhecido por suas características: disse que é um gato que chamavam de "Tripod", que habitava o lugar na década de 70.
  Diz-se que Ernest Austin, um assassino que foi o último detento a ser executado pelo estado de Queensland, em 1913, assombra a antiga Divisão 2. Ele foi enforcado pelo estupro e assassinato de uma garota de 11 anos chamada Ivy Mitchell. Ele zombou das testemunhas no dia de sua execução, dizendo que iria voltar de seu túmulo para assombrá-las. Os prisioneiros diziam ver seu rosto logo antes de serem atormentados.

Foto de prisão de Ernest Austin

  Há também relatos de pessoas que escutaram vozes estranhas, passos, sombras espectrais, e como toda prisão mal assombrada, é claro, há um fantasma de um carcereiro. Dizem que esse fantasma é do Oficial Bernard Ralph, que foi o único guarda a ser morto no lugar, que teve a cabeça esmagada à pancadas de cano de ferro por um detento.


Fonte: http://theparanormalguide.tumblr.com/post/116358120828/boggo-road-gaol-ghosts-and-hauntings-the#notes
http://boggoroadgaol.com/
https://en.wikipedia.org/wiki/Boggo_Road_Gaol
http://www.mustdobrisbane.com/visitor-info-arts-culture-museums/boggo-road-gaol-tours-dutton-park

Nightmarchers - Folclore Havaiano

Author: Luiza / Marcadores: , , , , , , , , , , , , ,

 

  Os Nightmarchers (huaka'i pō, em havaiano) são fantasmas de antigos guerreiros havaianos que morreram em batalha. Normalmente são vistos marchando á noite, logo após o pôr do sol ou antes do amanhecer, por lugares sagrados, templos, locais de sacrifício, antigos locais de batalha e áreas vulcânicas, conforme as fases da Lua. Seu nome, ao pé da letra, quer dizer "aqueles que marcham a noite". Dizem que eles flutuam, são acompanhados de uma névoa brilhante, carregam tochas, cantam antigos cânticos nativos, vestem trajes de guerra antigos, marcham ao som de tambores e tocam uma corneta para avisar que estão por perto.

  Quando a Lua chega á uma certa posição, os Nightmarchers levantam de seus túmulos para marchar. Costumam aparecer principalmente na noite do deus havaiano Kane, e na décima quarta noite de Lua Nova, que chamam de Po Akua. Não costumam aparecer de dia, porém se aparecerem, é para escoltar até o mundo dos espíritos algum familiar ou amigo que acaba de morrer.

  É dito que não se deve nunca olhar para os Nightmatchers ao perceber que estão marchando por perto. Todo aquele que olhar para eles estará condenado a morrer e se juntar ao exército de Nightmarchers por toda a eternidade, por isso se perceber que estão por perto deve-se fugir e se esconder, ou apenas esperar que eles passem sem fazer contato visual, olhando para o chão, para lhes mostrar respeito, pois não é a intensão deles fazer o mal. Se por acaso você for parente de sangue de um dos guerreiros do grupo, mesmo olhando para eles, não poderão lhe causar dano.

  A maneira de evitá-los é ficar dentro de casa ao ouvi-los se aproximarem, e por garantia espalhar folhas da planta Ti ao redor da casa.

Planta Ti

  Essa nem eu sabia, mas até no Scooby Doo eles apareceram:


A Lenda da Bruxa Branca de Rose Hall

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 Rose Hall é amplamente considerada por ser uma mansão visualmente impressionante e uma das mais famosas da Jamaica, construída em 1770. Trata-se de um palácio rural em estilo georgiano, com uma base em pedra e um andar superior rebocado, elevado na encosta de uma colina e com vista panorâmica sobre o Mar das Caraíbas.
 Annie Palmer se mudou para Rose Hall no século 18, casada com o proprietário de terras John Palmer. A razão pela qual ela se tornou tão cruel é um mistério. Ela governava suas terras com muito rigor, punindo seus escravos com chicotadas publicamente, os torturando em seu calabouço, e ás vezes os matava.
 Annie eventualmente dormia com alguns de seus escravos, porém eram condenados. Quando ela se cansava deles, os matava em quanto dormiam. Seu marido acabou tendo o mesmo destino, e dizem que ela fez o mesmo com os homens que ela se casou posteriormente. Entediada, pediu que seus escravos lhe ensinassem as práticas vodu. Logo depois começou a ameaçá-los com magia negra, e sacrificava bebês para usar seus ossos realizando feitiços.
 O capataz de suas terras também era praticante de vodu, e começou a ficar preocupado quando Annie começou a dormir com o noivo de sua filha, desconfiado do que ela pudesse fazer com ele. Quando o rapaz foi morto, o capataz considerou que isso foi a gota d'água e assassinou Annie. Logo depois colocou o corpo em um túmulo especial preparado com símbolos e um ritual vodu para impedir que o espírito de Annie assombrasse Rose Hall. Porém a lenda diz que o ritual não foi completo, e que o espírito de Annie e de seus escravos ainda assombram a mansão.



Foto do interior das masmorras de Rose Hall

Diz-se que o fantasma de Annie é conhecido por atacar intrusos que invadem suas terras e é visto montando um cavalo preto, vagando sobre sua propriedade e brandindo um chicote em qualquer um que cruze seu caminho. São ouvidas vozes sussurrando vindas do calabouço, junto com sons de passos, sons de batidas, e dos gritos de bebês chorando. Há ás vezes músicas antigas tocando do nada no corredor principal, e também as luzes dos cômodos e dos arredores da mansão ligam e desligam sozinhas. O mais estranho de tudo são os espelhos, nos quais aparecem rostos fantasmagóricos quando uma foto é tirada de algum deles.

Annie Palmer e sua família